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FOI NOTÍCIA EM: JANEIRO |
 

Matosinhos encomenda 50 obras a compositores

A Câmara de Matosinhos encomendou nos últimos 15 anos cerca de 50 obras a compositores portugueses e estrangeiros, um investimento que faz com que a programação musical não seja apenas uma sucessão de concertos.

Em declarações à agência Lusa, o vereador do pelouro da Cultura, Voluntariado e Juventude daquela autarquia, Fernando Rocha, afirmou que a continuada encomenda de obras a compositores visa, não só apostar na promoção da criação de musica erudita em Portugal, como também «ter uma programação que não seja uma sucessão de concertos».

«Todos os anos a autarquia faz encomendas de obras», disse o autarca, salientando a estreia, esta noite, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, de obras de Carlos Azevedo e

IN Diário Digital / Lusa


 

Portugal condenado por demora em julgamento


Tribunal Europeu dos Direitos do Homem ordenou que o Estado Português indemnizasse uma firma de Matosinhos por demorar mais de 12 anos a resolver um caso


O Tribunal Europeu dos Direitos do Homem condenou, esta terça-feira, o Estado português a indemnizar uma firma de Matosinhos em 8900 euros por demorar mais de 12 anos a decidir um processo intentado na justiça doméstica.

Em acórdão irrecorrível da 2.ª Secção, citado pela Lusa, o tribunal de Estrasburgo condenou o Estado a pagar à Anticor - Sociedade de Anti-Corrosão, Lda, 6400 euros, a título de compensação por danos morais, acrescidos de 2500 euros, para compensar a firma pelas despesas judiciais.

O processo iniciou-se a 07 de Fevereiro de 2004 no tribunal de Matosinhos, tendo chegado ao Supremo Tribunal Administrativo a 12 de Julho de 2006. Particularmente criticado pelos juízes de Estrasburgo é o tribunal de Matosinhos, que «levou quase quatro anos» para concluir um processo que considera marcado pela «simplicidade».

In Diario IOL - 23/02/2010

 

 


 

Casos urgentes esperam até oito horas no Pedro Hispano

No Hospital Pedro Hispano, em Matosinhos, é recorrente que doentes urgentes esperem entre cinco a oito horas para serem vistos por um médico. O director do serviço quer acabar com a situação. Por isso, as Urgências vão ser reorganizadas e alvo de obras.

"Uma situação de urgência é toda a situação clínica em que o atraso no diagnóstico, ou tratamento, pode trazer graves riscos para o doente". A descrição é do Ministério da Saúde. Daí que esses casos sejam, pelo menos, classificados com a cor amarela, cujo tempo de atendimento aconselhável é de uma hora. Na Urgência do Hospital Pedro Hispano, porém, são muitos os doentes que, após serem considerados urgentes na triagem, acabam por esperar entre cinco a oito horas para serem vistos por um médico.

Foi o que aconteceu, anteontem, em que o tempo médio de atendimento dos casos urgentes foi de cinco horas, apesar de estarem cinco médicos de serviço, o que provocou o desespero nos utentes. "Isto ultrapassa todos os limites", considerou, ao JN, Teresa Franco, que acompanhava uma amiga que, apesar de ter dado entrada nas Urgências às 18 horas, só foi atendida depois das 23 horas. "Tem anemia e esteve esse tempo todo sem comer", denuncia, revoltada: "Isto é o fim do mundo!".

"Parece que estavam a fazer pouco das pessoas", concorda Paulo Paiva, que fora direccionado do Centro de Saúde de Matosinhos para fazer uma radiografia. Ricardo Rocha, por sua vez, garante que desde que entrou nas Urgências, às 19 horas, até às 22.45 horas, só foi atendido um doente com a pulseira amarela. "Fui ao hospital por uma coisa simples, uma infecção urinária. São cinco minutos de atendimento e estive mais de quatro horas a olhar para o tecto", refere, revelando que houve o caso de um doente que deu entrada às 17 horas e só foi chamado quase seis horas depois. "Nessa altura, já tinha desistido e tinha ido para casa", acrescenta.

Projecto pronto ainda este ano

O director do serviço de Urgência do Pedro Hispano reconhece que são frequentes situações de doentes classificados de urgentes que só são atendidos por um médico cinco horas, e até oito horas, depois de terem passado pela triagem. João Pina garante, no entanto, que isso só acontece em alturas de picos de atendimento.

"É verdade que as pessoas esperam muito nas urgências", reconhece o médico, explicando que isso se deve essencialmente a dois factores: aos picos de afluência e à deslocação de muitos doentes que podiam ser tratados nos centros de saúde.

Apesar disso e das Urgências tratarem cerca de 300 doentes por dia, João Pina admite que é preciso "acabar com as listas de espera" no sector que dirige desde 7 de Dezembro. "Já colocamos um corpo médico fixo na triagem", adianta, garantindo que, "em breve", todo o serviço vai ser reestruturado, através da reorganização das equipas médicas e de enfermagem, e que o espaço será alvo de obras. Um projecto que estará concluído até ao final do ano.

In JN - 22/02/2010

 


 

Gangue ameaçou esperar por Domingos para abrir o cofre


Arguidos dizem que foram "obrigados" a assaltar casas, após falsas promessas de emprego


"Disseram que não saíam da casa sem abrir o cofre, que se fosse preciso esperavam pelo meu marido". A mulher do treinador Domingos Paciência descreveu, ontem, segunda-feira, o pesadelo vivido por ela e os três filhos às mãos do gangue que os assaltou, em Matosinhos.

Isabel Oliveira prestou depoimento, no Tribunal de Matosinhos, como uma das vítimas do grupo de cinco brasileiros que começou a ser julgado por sete assaltos armados (seis residências e um restaurante), entre os dias 9 e 28 de Janeiro do ano passado. Um dos alvos foi, na manhã do dia 22, a residência do actual treinador do Braga, Domingos Paciência, em Lavra (Matosinhos), que não estava em casa na altura no crime.

A mulher do técnico não teve dúvidas em identificar, ontem, dois dos arguidos (Rodrigo C. e Elton F.) como os assaltantes que mantiveram a família sequestrada durante uma hora e meia. Para entrarem na vivenda, aproveitaram a chegada da empregada doméstica, cerca das 7,30 horas, e ameaçaram-na com uma pistola.

"Eles diziam para estarmos calmos, que se fizéssemos o que eles mandavam não nos acontecia nada", contou Isabel Oliveira, sublinhando que a sua preocupação imediata foi a integridade dos três filhos, na altura de oito, 14 e 17 anos. Na maior parte do tempo, tiveram todos de permanecer num dos quartos, vigiados por um dos ladrões.

A dupla pretendia, sobretudo, dinheiro e exigiu insistentemente a abertura do cofre, mas as tentativas revelaram-se infrutíferas, dada a "aflição" das vítimas. Os brasileiros apressaram-se, então, em recolher os artigos de valor e o dinheiro dos rapazes, num total de 140 euros. Entre o material roubado, contam-se playstations, relógios, um máquina de filmar, um computador portátil e serviços de prata. "Os meus filhos ficaram muito perturbados. O mais velho começou a sentir-se muito mal e o mais novo a choramingar", recordou Isabel, acrescentando que, antes da fuga, os assaltantes fecharam os quatro na casa de banho.

Recebiam "para comer"

Os dois filhos mais velhos também testemunharam ontem, assim como Domingos Paciência, que se limitou a confirmar o valor dos bens roubados, entre os quais o Mercedes Classe R que o gangue acabaria por abandonar no Porto. O treinador do Braga revelou que já recebeu da seguradora 16 mil euros de indemnização.

O início do julgamento ficou marcado, igualmente, pelas declarações de quatro dos acusados, que confessaram alguns dos assaltos e apontaram um quinto arguido (Cássio S., que ontem esteve em silêncio) como o cabecilha do grupo, responsável pelo fornecimento das armas e escolha dos alvos e dos operacionais.

Elton, Ésio, Marco e Rodrigo, oriundos de S. Paulo (Brasil), justificaram a sua vinda para Portugal com as promessas de Cássio em arranjar-lhes emprego numa "empresa de electrónica". Ele pagou-lhes as viagens e alojou-os em pensões no nosso país, mas retirou-lhes o passaporte. E em vez do tal trabalho, acabaria por levá-los a fazer reconhecimentos de várias casas para assaltar, pedindo-lhes para "trazer tudo o que fosse de valor" das residências.

Os quatro alegaram que não queriam alinhar no esquema, mas que não tiveram alternativa: "Ficámos sem saída. Não tínhamos como comer". Além disso, contaram que foram coagidos a fazer os roubos, por ameaças feitas às suas famílias. "Ele obrigou-nos", frisou Ésio. O grupo garantiu que o proveito dos crimes era todo encaminhado para Cássio e que este só lhes pagava, em média, "10 euros" para alimentação e estadia.


In JN 22/02/2010

 


 

Colectivo de juízes absolve roubo de amêndoas


O furto de um pacote de amêndoas estava a ser julgado como roubo, por alegada agressão a uma funcionária do supermercado, que nunca ficou provada


Um colectivo de juízes absolveu, esta segunda-feira, em Matosinhos, o jovem acusado de roubar um saco de amêndoas, apesar de o arguido ter admitido o seu furto. De acordo com o código penal, roubo e furto são crimes distintos, residindo a diferença no facto de existir, ou não, prática de violência, constrangimento e ameaça.

«Ganita», como é conhecido o jovem, estava acusado de um crime de roubo de um saco de amêndoas porque, e de acordo com a acusação, além de subtrair o respectivo artigo (avaliado em dois euros), teria agredido a funcionária do supermercado. Mas a agressão não ficou provada em julgamento.

O arguido furtou, sim, o pacote de amêndoas, mas o supermercado lesado nunca apresentou queixa do crime. A queixa foi apresentada pela funcionária, alegada vítima de agressão, tendo o Ministério Público sustentado esta acusação no seu depoimento.

Em declarações à Lusa o advogado de defesa do arguido considerou que «apesar de tudo, o tribunal fez justiça». «É pena é que o Ministério Público e o tribunal tenham gasto tanto dinheiro com isto, para no fim não se descobrir nada e não haver nada do que se dizia», sublinhou Filipe Melo.


In Diario IOL - 22/02/2010

 


 

 

Domingos Paciência de cara com os assaltantes

Treinador do Braga vai estar amanhã no tribunal para testemunhar contra brasileiros que sequestraram a família para roubo.

Domingos Paciência é uma das testemunhas convocadas para comparecer amanhã de manhã no Tribunal de Matosinhos para o início do julgamento do grupo de cidadãos brasileiros e de uma empresária portuguesa acusados de, em pouco mais de um mês, realizarem vários assaltos de extrema violência a moradias, com os moradores no interior.

O grupo é constituído por seis brasileiros, liderado por um engenheiro electrotécnico, de 30 anos, natural de São Paulo, mas a residir em Gaia. Todos contavam com a ajuda de uma empresária portuguesa. Atacavam as casas com o moradores no interior, sequestravam as vítimas e roubavam tudo o que podiam, sobretudo dinheiro, jóias e electrodomésticos. São acusados de pelo menos 20 assaltos, quase todos perpetrados no litoral do concelho de Matosinhos.

O antigo jogador do FC Porto e actual treinador do Braga foi uma das vítimas mas, como os bens estavam em nome da mulher, Domingos Paciência vai depor em tribunal apenas como testemunha de acusação. O assalto ocorreu no dia 21 de Janeiro do ano passado. Três dos arguidos, Rodrigo Cordeiro, de 23 anos, Elton Fontes, de 32, e Esio Verona, de 24 anos, vigiaram a casa do treinador, em Lavra, durante horas esperando que a mulher e os filhos, de oito, 14 e 17 anos, ficassem sozinhos. Quando Domingos saiu, pelas 07.15, atacaram.

A empregada da família foi a primeira vítima. "Mal ela meteu a chave na porta, apontaram-lhe a pistola e entraram", contou na altura o treinador que entretanto soube que os mesmos indivíduos tinham rondado a zona alguns dias antes, sob o pretexto da entrega de uns quadros. A empregada foi obrigada a prender os cães e a chamar a mulher de Domingos Paciência. Isabel foi ameaçada e obrigada a entrar no quarto de um dos filhos onde os assaltantes revistaram tudo, acabando por levar relógios e playstations.

Dois dos indivíduos, um ficou no exterior a vigiar a rua, tentaram ainda abrir o cofre do treinador, mas como não conseguiram vingar-se na família, sequestrando a mulher e os filhos na casa de banho. Depois fugiram no carro do treinador, um Mercedes Classe R que abandonariam na cidade do Porto. No total, a família foi lesada em 39 mil euros. Os assaltantes levaram sobretudo relógios, um computador, as playstations, serviços em prata e todos os troféus do antigo jogador. Os filhos foram obrigados a entregar também o dinheiro que tinham nas mochilas, cerca de 175 euros.

O líder do grupo é Cassio de Souza, o engenheiro que recrutava os restantes assaltantes no Brasil, tendo pago a viagem aos restantes cinco brasileiros, todos eles com cadastro por furto no seu país de origem. O objectivo era, depois de realizarem o maior número de assaltos possíveis, reencaminhar esses elementos para o Brasil. Em Portugal tinham alimentação e alojamento pagos por Souza.

Numa grande operação, a Polícia Judiciária acabou por deter o grupo, a 30 de Janeiro de 2009. Três quando seguiam numa viatura, na Rua Gonçalo Cristóvão, tendo a polícia para tal cortado o trânsito da artéria, e outros três no Hotel Ibis, em Santa Maria da Feira, onde estavam hospedados. Tinham na sua posse várias armas e objectos roubados nas várias moradias de Lavra e Leça da Palmeira.


in DN 21/02/2010

 


 

"Nunca tivemos uma única pista"

Pais de Rita Monteiro processaram o Estado português e lamentam a falta de preocupação das autoridades


Rita Slof Monteiro desapareceu faz amanhã quatro anos. Tinha 18 anos e foi vista, pela última vez, a entrar num autocarro da STCP junto ao Mercado de Matosinhos quando se preparava para ir a uma visita de estudo à Fundação de Serralves, no Porto.

O seu telemóvel manteve-se ligado até ao dia seguinte, sem nunca terem sido retribuídas as dezenas de chamadas da família.


Sem pistas

Desde então, conforme recorda o pai com revolta, "não houve uma única pista, o mínimo indício do paradeiro da Rita".

Luís Monteiro não poupa críticas às autoridades portuguesas, que "foram ineficazes e agiram com incúria". "Por isso, em Dezembro do ano passado movi um processo contra o Estado português. Sei que não vai ajudar a Rita, mas o dinheiro da indemnização é importante para o Estado perceber que agiu errado", referiu.

Segundo Luís Monteiro, a Polícia Judiciária reabriu o processo há cerca de um ano. "Estão a recolher o ADN da Rita, a investigar pessoas suspeitas, etc. Só não se entende que não o tenham feito logo no início. Havia imagens da Rita a entrar num autocarro acompanhada de uma pessoa. Ninguém fez nada e agora, quatro anos depois, todas as gravações que pudessem existir com a minha filha já foram destruídas", disse.


"Estado é uma bandalheira"

Luís Monteiro recorda que as autoridades consideraram, na altura, que Rita, tinha desaparecido voluntariamente e "nada fizeram".

"O Estado é uma bandalheira. Mobilizam meios para megaprocessos e não procuram uma pessoa desaparecida. Esperança? Há muitos casos de crianças desaparecidas que são encontradas 10 ou 15 anos depois. Nunca se sabe. Mas eu só quero saber o que aconteceu com a minha filha", concluiu Luís Monteiro.

O apelo mantém-se: quem possuir informações sobre o paradeiro da Rita deve contactar o pai (939721692), o irmão (938773012) ou as autoridades policiais.



in JN 15/02/2010

 


 

Colectivo julga roubo de pacote de amêndoas


Dois jovens incorrem numa pena até oito anos de cadeia


Um colectivo de três juízes começou, esta segunda-feira, a julgar, em Matosinhos, dois jovens por, alegadamente, roubarem um saco de amêndoas e uma garrafa de whisky num supermercado. De acordo com o Código de Processo Penal, compete ao tribunal colectivo (por oposição a um tribunal singular) julgar processos que digam respeito a crimes cuja pena máxima seja superior a cinco anos.

Os dois arguidos, conhecidos como «Ganita» e «Pistolas» estão acusados de um crime de roubo, punível com pena de prisão até oito anos. De acordo com a acusação do Ministério Público, a que a Lusa teve acesso, a 15 de Março de 2009, um dos arguidos foi visto num supermercado a esconder na roupa um saco de amêndoas e uma garrafa de whisky (que não chegou a ser apreendida). Uma funcionária do supermercado ter-se-á apercebido da situação, solicitando ao arguido a devolução dos produtos. O arguido terá negado a posse das amêndoas e da garrafa e atirado «violentamente» a responsável contra os expositores, enquanto o segundo arguido a ameaçava.

Na sessão desta segunda-feira, a funcionária contou ter visto «Ganita» a esconder os dois produtos, após o que o interpelou, mas admitiu que possa ter devolvido a garrafa antes de sair da loja.

Durante as alegações finais, o próprio procurador do Ministério Público considerou terem ficado dúvidas quanto ao roubo da garrafa, «mas das amêndoas temos a certeza que foram no bolso».

Filipe Melo, advogado do arguido, salientou o «exagero» da acusação e do próprio julgamento. «Parece que estamos a julgar um homicídio, com colectivo de juízes, quando se trata do furto de um pacote de amêndoas», disse.

Sobre o segundo arguido não houve testemunhos da sua implicação nos factos, pelo que o advogado de defesa pediu a sua absolvição.


in IOL - 15/02/2010


 

Tribunais esquecem preso na cadeia durante 7 meses


Um indivíduo, de 40 anos, esteve indevidamente preso durante sete meses em Custóias por esquecimento dos tribunais. Cumpriu uma pena de oito anos de prisão (por furtos) que terminou em Junho do ano passado, mas só foi libertado na semana passada.

A libertação do condenado aconteceu após o caso ter sido apresentado ao Supremo Tribunal de Justiça. Porém, esta instância de recurso não chegou a tomar qualquer decisão em termos formais, porque entretanto o Tribunal de Execução de Penas do Porto deu conta da falha. Que perdurava desde 26 de Junho do ano passado.

Desde Agosto do ano passado, após ter sido detectada a situação, a advogada do condenado apresentou três requerimentos ao juiz responsável pela execução da pena, pedindo a libertação imediata.

O argumento centrava-se no facto de terem sido atingidos cinco sextos (83%) da pena (oito anos), momento que a lei institui como obrigatório para concessão de liberdade condicional. Em Junho do ano passado também já tinham sido cumpridos 12 meses de prisão referentes a um outro processo em que fora condenado.

Só que os três pedidos de libertação não tiveram qualquer resposta por parte dos juízes. E o arguido foi permanecendo na cadeia de Custóias, em Matosinhos. À espera e a desesperar. Esperava ter sido solto pelo menos em 26 de Junho do ano passado.


"Habeas corpus" de urgência


O agora lesado, de 40 anos e com passado ligado à toxicodependência, havia sido condenado pelo Tribunal de Matosinhos a oito anos de prisão, por vários crimes de furto. Foi ainda alvo de outra condenação, a um ano de cadeia, por ilícito de tráfico de droga de menor gravidade.

A paciência do recluso, família e advogados esgotou-se há uma semana, quando foi apresentada uma providência urgente de "habeas corpus", junto do Supremo Tribunal de Justiça. Concretamente, o pedido estava sustentado no facto de terem sido excedidos os prazos legais de prisão.

O pedido de libertação imediata foi acompanhado de pedido de certidão de peças processuais nos tribunais de primeira instância que condenaram o indivíduo. Foi nesta fase foi detectado o problema, pelos serviços dos tribunais. Seguiu de imediato um pedido de libertação para a cadeia de Custóias, em Matosinhos. E assim os juízes-conselheiros do Supremo Tribunal de Justiça não tiveram de intervir para ordenar a soltura do arguido.

O homem afectado neste caso teve um passado por crimes contra o património e tráfico de droga. Crimes que cometia num quadro de dependência de estupefacientes.

Logo após ter sido libertado, na terça-feira passada, teve quem lhe oferecesse trabalho numa frutaria.


in JN 14/02/2010


 

Polícia entrega carro para desmontar cheio de droga



Foi com enorme surpresa que os funcionários de uma empresa que desmonta automóveis abandonados na via pública para depois serem reciclados, em Gandra, Esposende, encontraram no interior de um veículo 8875 doses de haxixe.

O carro tinha chegado dias antes para ser desmontado e era proveniente de Matosinhos, onde se encontrava abandonado na via pública. Quando os funcionários iniciaram os preparativos para a desmontagem fizeram a estranha descoberta. O caso foi, de imediato, comunicado à GNR de Esposende, que confirmou a existência de droga, mas entregou a investigação à Polícia Judiciária (PJ) que vai agora realizar peritagens no veículo no sentido de descobrir a proveniência do estupefaciente.

O certo é que o veículo foi entregue na empresa pelas autoridades. "A viatura encontrava-se à guarda da Polícia Municipal de Matosinhos e estava prestes a ser desmontada. Trata-se de uma viatura que tinha sido abandonada na via pública", esclarece o major Vaz Lopes, relações públicas do comando distrital de Braga da GNR.

As autoridades estão convencidas de que o estupefaciente não pertencerá ao antigo proprietário do automóvel mas a terceiros que terão utilizado o veículo abandonado em plena rua para aí guardar a droga, não levantando suspeita da polícia para um possível tráfico de estupefacientes. Entretanto, a GNR já participou o caso à Polícia Municipal de Matosinhos.


in DN 14/02/2010

 



Filipe é o grande vencedor do Ídolos


Foi uma final fascinante!


Depois de duas semanas cheias de ansiedade, finalmente foi apurado o grande vencedor da edição 2009 do Ídolos!

Aos 21 anos, Filipe Pinto, de S. Mamede de Infesta (Matosinhos) conseguiu conquistar o coração dos portugueses com a sua voz, coincidência ou não, no dia de São Valentim.

As suas prestações Gala após Gala e a sua clara evolução em palco, encantaram o público português e isso traduziu-se em votos, tendo ultrapassado a Diana na votação final.
O vídeo do Filipe a cantar "Lithium" dos Nirvana, foi o mais visto de todos os vídeos do Ídolos. Em três dias ultrapassou o vídeo da Catarina a interpretar "Sweet Dreams" da Beyonce que até à data tinha 54.000 visualizações. Neste momento o vídeo do Filipe tem quase 75.000 visualizações, o vídeo mais visto do site oficial do Ídolos.

 


 

Leroy Merlin abriu nova loja em Leça


A Leroy Merlin, multinacional francesa especializada em bricolage, construção, decoração e jardim, abriu, em Matosinhos, junto ao Ikea, a segunda loja no norte do país e a sétima no território nacional. A empresa espera servir os mais de 170 mil habitantes do concelho e freguesias envolventes. Com uma área total de 11 mil metros quadrados, a nova unidade comercial de Matosinhos conta com 160 colaboradores e representa um investimento de 28 milhões de euros. O espaço apresenta cerca de 40.000 produtos diferentes, seguindo o conceito do grupo de ‘Tudo para a casa no mesmo lugar’. De destacar, ainda, a realização de cursos de bricolage para clientes, aos sábados, num espaço próprio para o efeito.

A Leroy Merlin Matosinhos aposta na área da decoração e da criação de ambientes para, mais do que vender produtos, apresentar aos seus clientes projectos e soluções. “Estamos permanentemente focados em inovar. Os novos espaços correspondem a uma nova geração de lojas. Temos à disposição do cliente uma oferta multi-especialista para que, debaixo do mesmo teto, o cliente possa encontrar tudo o que é necessário para reformar, decorar, ou construir a casa dos seus sonhos”, explica o director-geral da Leroy Merlin, Olivier Jonvel.


in PressPoint 15/02/2010

 


Seis anos de prisão por assalto à hora do jantar


Assaltante condenado por roubo e posse de arma proibida


Ângelo Marques foi condenado esta quinta-feira, pelo tribunal de Matosinhos, a seis anos de prisão efectiva pelo assalto ao restaurante «Brasinha», que ocorreu em Março de 2009, à hora do jantar, e de onde levou 4.500 euros.

No assalto estiveram implicados três homens, mas só Ângelo Alves foi condenado porque não foi possível provar factos relativos à acção dos outros dois.

Eram 22:00 da noite, quando os três homens chegaram ao restaurante «Brasinha», em Leça da Palmeira. Um ficou no carro, onde manteve o motor a trabalhar, enquanto os outros dois, encapuzados e munidos de armas de fogo, entraram no restaurante onde estavam cerca de 50 pessoas e ameaçaram os presentes, em particular, o gerente e um empregado que temendo pela vida «colocou os 3.000 euros que existiam na máquina registadora num saco plástico», juntando-lhes os 1.500 euros que tinha no bolso, o ordenado dele.

Uma das armas utilizadas no crime foi, mais tarde, encontrada em casa de Ângelo Alves, e foram encontradas impressões digitais do arguido no veículo usado para o assalto.

In TVI24 - 11/02/2010

 


 

Leroy Merlin investe 28 milhões em nova loja em Matosinhos


A Leroy Merlin vai abrir esta sexta-feira a sua sétima loja no país. O novo espaço de bricolage, construção, decoração e jardim, situado em Matosinhos junto à loja do Ikea, implicou um investimento de 28 milhões de euros.

Olivier Jonvel, director-geral da Leroy Merlin, frisou que no último ano a empresa quase duplicou o número de lojas em Portugal. Este ano, a empresa vai ainda abrir lojas na Maia e em Coimbra.

A loja de Matosinhos, que inaugura esta sexta-feira, tem 11 mil m2, disponibiliza 40 mil artigos e implica a criação de 160 postos de trabalho.

Leroy Merlin prevê um investimento de 150 milhões de euros até 2013. A multinacional francesa especializada em bricolage, construção, decoração e jardim, segue assim o seu plano de expansão e crescimento ao abrir mais uma loja em Matosinhos.

Depois da abertura das lojas da Amadora e Alfragide, no final do ano passado, a Leroy Merlin inicia 2010 com a inauguração de um novo espaço comercial no norte do país. Esta nova loja vai possibilitar a criação de 160 novos postos de trabalho.

Segundo o director-geral da Leroy Merlin, Olivier Jonvel, "conquistar novos clientes é o nosso principal objectivo". E acrescenta que "a nossa prioridade tem sido a de construir gamas e seleccionar produtos perfeitamente adaptados às necessidades dos nossos clientes e à realidade local".

A multinacional francesa conta já com 8 lojas em todo o país e pretende abrir mais uma na Maia e em Coimbra, em 2011.

10/02/2010

 


 

Hotel mais alto que Clérigos junto ao estádio do Mar


Será um dos edifícios mais altos da Área Metropolitana do Porto. Em Matosinhos, vai nascer uma torre com 24 pisos acima do solo, a implantar num dos campos de treinos do Leixões. entre o Estádio do Mar e a A28. Acolherá um hotel, comércio e serviços.

O arranha-céus, que ultrapassará em altura a Torre dos Clérigos, no Porto, que tem 75 metros, está em fase de projecto e deverá ser construído nos próximos três anos. Acima do solo serão ocupados 16 mil metros quadrados de área bruta - oito mil para o hotel, seis mil para serviços e dois mil para comércio. Abaixo do solo, serão criados seis mil metros quadrados para estacionamento.

A opção de construir em altura foi tomada com o acordo da Câmara de Matosinhos. "Desta forma a implantação do edifício dá-se em cerca de um terço do terreno e liberta espaço para uma grande praça de acesso ao topo nascente do estádio", defende Guilherme Pinto, presidente da Autarquia.

O projecto surgiu na sequência de uma permuta com o proprietário de um lote junto ao Estádio do Mar, onde actualmente está o parque de estacionamento. "O promotor adquiriu o terreno ao Leixões para ali construir habitação, mas entendemos que os prédios iriam atrofiar o local de acesso do público às bancadas do estádio", explica Guilherme Pinto.

A Autarquia propôs então trocar aquele terreno (com nove mil metros quadrados) por uma parcela com cinco mil metros quadrados, mas com uma capacidade construtiva de 16 mil metros quadrados. A permuta foi aprovada na Câmara pela maioria socialista em Julho do ano passado, com os votos contra do PSD e da CDU.

Nova escola primária

O edifício, da autoria do arquitecto Vítor Seabra, vai ser erigido no terreno de um dos campos pelados do Leixões, que apesar de não ter as medidas oficiais ainda serve os atletas infantis, iniciados e juvenis do clube. O outro pelado do Leixões, entre o Centro de Desportos e Congressos e os depósitos de água de Matosinhos, também será desactivado. Parte do terreno vai acolher a futura escola primária da Cruz de Pau.

Os atletas das camadas jovens terão de passar a treinar em recintos alternativos. Um deles deverá ser o futuro complexo desportivo do Campo de Santana, cujo projecto e abertura de concurso público foi aprovado pelo Executivo em Setembro do ano passado. Outra solução poderá ser o futuro pólo desportivo da antiga Pedreira de S. Gens, que a APDL doou recentemente ao Município.

Paralelamente às construções que se avizinham nas imediações do estádio do Leixões, serão feitas reformulações viárias para resolver alguns constrangimentos na zona da Cruz de Pau.

Uma das obras mais significativas será a criação de um viaduto sobre a A28 que fará a ligação entre o estádio e a feira da Senhora da Hora. A ponte, "com perfil de avenida", substituirá o actual túnel pouco apetecível para os peões. "Permitirá que as pessoas circulem com mais conforto", assegura o presidente da Câmara.

Nova rua vai mexer na bancada

Para nascente, o viaduto ligará a uma rotunda a construir no cruzamento das ruas Calouste Gulbenkian e da Barranha. Para poente, o viaduto será prolongado por um novo arruamento que vai passar entre o Estádio do Mar e o Centro de Desportos e Congressos. A nova via obrigará a transformar as traseiras deste último equipamento, de forma a que não fique de costas voltas para a rua e implicara mudanças na bancada do estádio, explicou Guilherme Pinto. Para a concretização desta obra viária, a Câmara terá de expropriar três lotes de terreno.

in JN - 08/02/2010

 
 
   
 
 
 

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