Paróquia

Liturgia Familiar: Solenidade de Todos os Santos

Multidão

“Vi uma multidão imensa, que ninguém podia contar,
de todas as nações, tribos, povos e línguas”.


Que bom será que entre essa multidão possa estar, um dia, cada uma e cada um de nós.
Não podemos acomodar-nos. Temos que percorrer o caminho que estes nossos irmãos mais velhos, os Santos, percorreram, identificando-nos com as Bem-aventuranças. Muitos, por fidelidade a Cristo, percorreram-no até ao derramamento do sangue, dando a vida por Ele e pelo Evangelho.

A santidade, como dizia a irmã Santa Teresa de Calcutá é dever de todos nós.
Ser Santo(a) é também a nossa missão. E devemos preocupar-nos e ocupar-nos de tal forma que o seja, também, cada irmã e cada irmão.

LITURGIA FAMILIAR

SAUDAÇÃO

Guia: A alegria deste domingo é coroada com a beleza da esperança que celebramos na Solenidade de Todos os Santos. A vida dos santos serve-nos de exemplo, no seguimento feliz de Jesus Cristo. Na comunhão com os santos formamos uma família. O nosso coração eleva-se para esta medida alta da vida cristã comum, quando se vê rodeado por uma nuvem de testemunhas, “que nos estimulam a correr para a meta”. Em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo.

Todos: Ámen.

INVOCAMOS OS SANTOS

Guia: Proclamamos as maravilhas de Deus refletidas naqueles que nos precederam, cuja memória invocamos, dizendo: Rogai por nós.

Santa Maria, Mãe de Deus: / São José: / São João Batista: / São Pedro e São Paulo e todos os Santos Apóstolos: / Santa Maria Madalena: / Santo Estêvão: / Santa Inês: / Santo Agostinho: / São Bento, São Francisco e São Domingos: / Santo António: / São João de Deus: / Santa Isabel de Portugal: / Santa Teresa de Jesus / Beato Carlo Acutis: / Arcanjo São Miguel: / Todos os Santos e Santas de Deus: 

Todos: Rogai por nós.

ACOLHEMOS A PALAVRA

[Ver/ouvir a primeira parte do vídeo/áudio disponível em https://laboratoriodafe.pt/; quem não tem acesso aos meios digitais pode ler o texto da folha em anexo]

Leitura do Santo Evangelho segundo São Mateus – 1-12a

Naquele tempo, ao ver as multidões, Jesus subiu ao monte e sentou-Se.
Rodearam-n’O os discípulos e Ele começou a ensiná-los, dizendo:
“Bem-aventurados os pobres em espírito, porque deles é o reino dos Céus.
Bem-aventurados os humildes, porque possuirão a terra.
Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados.
Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados.
Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia.
Bem-aventurados os puros de coração, porque verão a Deus.
Bem-aventurados os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus.
Bem-aventurados os que sofrem perseguição por amor da justiça, porque deles é o reino dos Céus.
Bem-aventurados sereis, quando, por minha causa, vos insultarem,
vos perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós.
Alegrai-vos e exultai, porque é grande nos Céus a vossa recompensa”.

[Ver/ouvir a segunda parte do vídeo/áudio…]

PARTILHAMOS A PALAVRA

Guia: Celebramos a comunhão de todos os santos: todos, desde os mais conhecidos até aos santos de “ao pé da porta”, cujos nomes também estão inscritos no coração de Deus. Esta é também, para nós, crentes, uma expressão da fraternidade universal: ninguém se salva sozinho! A dinâmica deste caminho faz-se na companhia de Jesus Cristo, assumindo o Seu estilo de vida. Sem medo. Sem medo de avançar. Mesmo que seja contra a corrente! A força vem do próprio Jesus Cristo e do Seu Espírito Santo, que nos habita e nos impele a ser santos.
O mês de novembro, por vários motivos, tornou-se propício para recordar a nossa condição frágil e finita, associada à morte dos nossos familiares e amigos. Ainda bem que a Igreja, neste primeiro dia, nos convida a celebrar a santidade, a fonte e meta da nossa existência. A morte pode ser pensada com os critérios humanos e limitados. A morte também pode ser lida a partir da perspetiva cristã, alicerçada nas bem-aventuranças, na esperança da eternidade. Queremos proclamar que a morte nos separa, e também nos une: separa-nos, porque provoca o pleno distanciamento físico; une-nos, porque provoca a plena comunhão espiritual. Eis o segredo: A morte é a salvação da vida.

APRESENTAMOS AS NOSSAS PRECES

Guia: Pela intercessão dos Santos, confiemos a Deus as nossas preces, para alcançarmos a felicidade verdadeira, dizendo: Abençoa a nossa vida.

Um dos membros da família: Com os pobres de coração, que nos ensinam a riqueza maior do teu amor, nós Te pedimos:

Todos: Abençoa a nossa vida.

Um dos membros da família: Com os humildes e mansos, que nos ensinam a suportar os defeitos dos outros, nós Te pedimos:

Todos: Abençoa a nossa vida.
Um dos membros da família: Com os que sabem chorar com os outros, ensinando-nos a partilhar o sofrimento dos irmãos, nós Te pedimos:

Todos: Abençoa a nossa vida.

Um dos membros da família: Com os que sabem olhar e agir com misericórdia, ensinando-nos a medida larga do perdão, nós Te pedimos:

Todos: Abençoa a nossa vida.

Um dos membros da família: Com os que mantêm o coração limpo, ensinando-nos a amar, com palavras e com obras, nós Te pedimos:

Todos: Abençoa a nossa vida.

Um dos membros da família: Com os são perseguidos por causa da fé, ensinando-nos a abraçar o caminho do Evangelho, nós Te pedimos:

Todos: Abençoa a nossa vida.

Um dos membros da família: [acrescenta a tua intenção], nós Te pedimos:

Todos: Abençoa a nossa vida.

Guia: Rezemos como Jesus Cristo nos ensinou:

Todos: Pai nosso…

ASSUMIMOS UM COMPROMISSO

Guia: Em cada dia da semana, vamos recordar um familiar ou amigo falecido, acender, se possível, a vela do batismo, e rezar: “Senhor Jesus Cristo, acendemos esta chama, símbolo do Teu corpo glorioso e ressuscitado. O esplendor desta luz ilumine a nossa tristeza e alumie o nosso caminho de esperança, até sermos acolhidos, no Teu Reino de Luz. Ámen”. Rezemos também pelos nossos seminários. Bendigamos ao Senhor!

Todos: Graças a Deus!

BÊNÇÃO DA FAMÍLIA E DA MESA

Guia: Senhor, Pai Santo, faz brilhar na nossa família a santidade dos pequenos gestos. Abençoa e coroa a nossa mesa com a graça e a beleza do teu amor, para podermos passar desta mesa de peregrinos ao banquete da pátria celeste.

Todos: Ámen.

Por: Padre Francisco Andrade
Pároco de Leça da Palmeira

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