No Terminal 4450 só embarcam os amantes de carne

Terminal 4450, Leça

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O Terminal 4450 fica no interior do Porto de Leixões e serve carne maturadas, petiscos tradicionais e costeletões grelhados com mais de um quilo. Saiba tudo sobre o novo espaço de Leça da Palmeira.

Para chegar ao novo restaurante de Leça da Palmeira vai ter que passar pelo check-in, verificar o passaporte e esperar pacientemente no terminal. No entanto, a única viagem que vai fazer é até uma das mesas de madeira do Terminal 4450. Depois, é só aproveitar os petiscos tradicionais e carnes grelhadas que vêm da cozinha.

Foi uma viagem longa para Ricardo Rodrigues, o gerente do espaço que andava a sondar o local há cerca de três anos e que, em 2015, foi o escolhido, através de um concurso público, para ocupar parte de um dos terminais de passageiros do Porto de Leixões. Esse longo período serviu para acertar e definir o conceito do Terminal 4450 que se torna assim o seu terceiro restaurante, depois da Sushiaria e do Esquina do Avesso, todos em Leça.

[h2]O Terminal 4450 fica no interior do Porto de Leixões[/h2]

Das enormes janelas envidraçadas vê-se o movimento atarefado e habitual dos navios de carga. Parece improvável que num edifício em pleno Porto de Leixões, nasça um restaurante, muito menos um com uma aposta num conceito mais rústico, onde quase tudo é feito de blocos de madeira, dos mais pequenos, usados para levar a conta aos clientes, aos maiores, empilhados para fazer o balcão e criar mesas assentes nas barras de suporte do salão.

Terminal 4450, Leça
“Sempre tive facilidade em perceber as tendências. Aqui no Terminal 4450 quisemos apostar num registo de steakhouse sem descartar a cozinha tradicional portuguesa”, explica à NiT Ricardo Rodrigues.

A cada cliente é entregue um passaporte onde vai encontrar os pratos pensados pelo chef Nuno Castro, que tem no currículo passagens pela cozinha dos espaços portuenses Cafeína, Buhle e BH Foz. Há petiscos tradicionais como as papas de serrabulho – uma receita caseira que Ricardo Rodrigues roubou à mãe – salsichas artesanais feitas no Terminal e o Bocado de Francesinha – uma versão da especialidade servida em pão bijou.

Há um detalhe que salta imediatamente à vista: neste passaporte não há carne. O Terminal 4450 define-se como uma “churrasqueira moderna” onde são apresentados também cortes mais nobres “como o costeletão e as carnes maturadas”, esclarece Ricardo. Se a palavra costeletão o deixou a salivar, fica o aviso: leve um acompanhante para o ajudar a enfrentar o prato porque a peça tem sempre entre 1 e 1,2 kg.

in NIT


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1 comentário

  • É um espaço curioso que irei certamente visitar em breve
    Já fui cliente a muitos anos enquanto Gare restaurante nos ANOS 80

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