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jp.group aposta na testagem regular de colaboradores

JP.Group

jp.group foi o primeiro grupo tecnológico a ser reconhecido com a marca Covid Safe da APCER


O jp.group foi o primeiro grupo tecnológico a ser reconhecido com a marca Covid Safe da APCER em junho de 2020, tendo demonstrado, desde o início da pandemia (desde outubro de 2020), uma acrescida preocupação em testar regularmente os colaboradores. Esta foi uma das estratégias que o jp.group implementou de forma proactiva, numa fase em que não estava previsto qualquer confinamento.

“Encaramos esta medida como um investimento para a saúde e segurança das nossas pessoas. Queremos que estejam bem, que se sintam seguras quando estão a trabalhar. São as pessoas que com o seu compromisso e com a sua entrega fazem com que os negócios das empresas do jp.group não parem. Só na sede do grupo são testadas todas as semanas cerca de 100 pessoas. Iniciámos os testes rápidos de antigénio na primeira semana de outubro de 2020, com uma regularidade de uma vez por semana. Com o agravamento dos números da pandemia, verificado no início de janeiro, começámos a testar os colaboradores duas vezes por semana, à 3ª e à 6ª feira, tendo já introduzido os testes rápidos por saliva”, refere João Paulo Sá Couto, CEO do jp.group.

Segundo Carlos Monteiro, CEO da Biojam Holding Group, “os testes rápidos de antigénio constituem a opção mais rápida e económica para as empresas que pretendam manter a sua actividade normal e garantir a segurança dos colaboradores e respectivas famílias”. Parceira do jp.group na implementação das melhores soluções de testagem, a Biojam lançou recentemente no mercado português os testes rápidos de antigénio por saliva, uma alternativa aos convencionais testes rápidos realizados com zaragatoa. “Os testes rápidos convencionais, apesar de constituírem um processo rápido, não deixam de ser mais desconfortáveis. Com os novos testes de saliva conseguimos eliminar o desconforto mantendo a segurança dos testes que apresentam uma especificidade de 100% e uma sensibilidade de mais de 94%”.

Convicto que este confinamento não é de todo igual ao de março último, que a população ativa continua ativa, fazendo-se reflectir no trânsito, na circulação de pessoas, bens e serviços, e nos setores produtivos que permanecem lado a lado com o vírus e respetivas mutações, Carlos Monteiro considera que “prevenir é testar enquanto não se é vacinado, e testar é o único caminho para quem não confina, porque não pode. As empresas e entidades que investem em testagem não só estão a zelar pela sua sustentabilidade económica, como também pela saúde dos seus colaboradores e respectivas famílias”.

Sobre a possibilidade de manter a realização periódica de testes, o jp.group revela que irão continuar a investir nos testes de antigénio enquanto considerarem ser uma das medidas que mais tranquilidade traz a todos os colaboradores. “Mesmo durante a fase do primeiro desconfinamento, optámos por não abandonar a estratégia que mais segurança nos dava, prova disso é o facto de mantermos equipas inteiras a trabalhar a partir de casa desde março do ano passado e, desde outubro de 2020, fazemos semanalmente testes rápidos à Covid 19 nas empresas do grupo”.

No grupo, os colaboradores encaram a realização de testes de forma muito positiva. “Sabem que não é algo que a maioria das empresas faça. Este cuidado, esta preocupação com a saúde e a segurança, é algo que nos distingue e as pessoas valorizam isso. Sentem-se mais seguras, tanto na empresa, como fora dela”. Tendo já identificado alguns casos positivos, o grupo garante que foi graças à estratégia de testagem que conseguiram quebrar cadeias de transmissão dentro da empresa e, desta forma, manter os colaboradores em segurança sem qualquer quebra de produtividade.

jp.group

O jp.group é um grupo empresarial português, com várias empresas na área das tecnologias de informação. A maior empresa do grupo é a conhecida JP Sá Couto. Com cerca de 250 colaboradores o grupo encontra-se a funcionar com 70% das pessoas em regime de teletrabalho. Há uma parte dos colaboradores que têm de trabalhar presencialmente, como é o caso da equipa Logística do Negócio de Distribuição (jp.di) ou parte da equipa das Operações do Negócio de Educação (jp.ik). “Para estas pessoas todas as medidas que a empresa possa adotar, nunca serão demais”, acrescenta João Paulo Sá Couto.

Além do desfasamento de equipas para reduzirem contactos ao mínimo necessário, o jp.group implementou um elevado número de iniciativas e medidas que lhe valeram o selo de segurança Covid Safe atribuído pela  APCER em junho de 2020.

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